top of page
  • Twitter
  • YouTube
  • Telegram
  • Telegram PC

Documentos explosivos evidenciam conluio entre Big Techs e o governo dos EUA para suprimir a liberdade de expressão globalmente na pandemia

Daniel Sheanan Colmenero Lin

24 de set. de 2026

Panorama dos bastidores da colaboração entre o governo dos EUA e as gigantes da tecnologia em evidência nos e-mails divulgados como parte de solicitações de acesso a registros públicos

Em julho de 2021, a então secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki reconheceu que a Casa Branca trabalhava com redes sociais para identificar e combater a chamada "desinformação". Psaki afirmou:

 “A Casa Branca está garantindo regularmente que as plataformas de redes sociais estejam cientes das narrativas mais recentes — perigosas para a saúde pública — que nós e muitos outros americanos estamos vendo em todas as mídias sociais e tradicionais. E trabalhamos para interagir com elas a fim de compreender melhor a aplicação das políticas dessas plataformas".

Após as declarações, a organização America First Legal (AFL) apresentou pedidos com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA) ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos, ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), à Food and Drug Administration (FDA) e ao Instituto Nacional de Saúde (NIH), buscando informações sobre como o CDC e a Administração Biden classificam conteúdos como "desinformação". A AFL afirmava que a organização está “comprometida em lutar por todos os americanos — independentemente de raça, cor, religião ou credo" e que "se opõe à cruzada da esquerda radical contra empregos, liberdade, fé, fronteiras, polícia e os EUA".

 

Depois que a Administração Biden atrasou a divulgação dos documentos solicitados, a AFL processou o CDC para forçar a liberação dos documentos. Um ano após a declaração de Psaki, a AFL recebeu 286 páginas de e-mails (arquivo COVID BOLO disponível na biblioteca do site) trocados entre o CDC e diversas empresas de tecnologia (Big Techs). O presidente da AFL, Stephen Miller, classificou os e-mails como "documentos explosivos que servem como prova irrefutável".

 

Segundo Miller: 

“Os documentos demonstram de forma conclusiva que as Big Techs conspiraram ilegalmente com o governo federal para silenciar, censurar e suprimir a liberdade de expressão dos americanos e violar seus direitos garantidos pela Primeira Emenda. O governo está expressamente proibido de censurar pontos de vista concorrentes ou divergentes, ou de silenciar seus oponentes políticos, seja agindo diretamente ou utilizando uma empresa externa para alcançar seus objetivos draconianos e totalitários”.

 

A maioria dos e-mails envolve Carol Crawford – mestre em administração pública e bacharel em negócios – então chefe de Mídias Digitais da Divisão de Assuntos Públicos do CDC em Atlanta, Geórgia. Longe de ser formada em qualquer área da saúde, Crawford aparece organizando reuniões do tipo “BOLO” (Be On the Look Out — Fique Atento), nas quais o CDC compartilhava informações consideradas “desinformação” com empresas de tecnologia (Big Techs), incluindo Twitter, Facebook e Google. Crawford ajudou a preparar uma apresentação destinada a apontar às empresas exemplos do que seria na concepção deles “desinformação” (a partir da pág. 28 do documento).

 

Um dos e-mails mostra o Twitter solicitando ajuda ao CDC para identificar desinformação (pág. 93 do documento). Os e-mails também revelam que, na mesma semana em que o então CEO do Twitter, Jack Dorsey, prestava depoimento ao Congresso, seus funcionários estavam ocupados organizando reuniões com o CDC para receber orientações sobre o que se enquadrava na categoria de “desinformação sobre vacinas”, em particular o que apelidavam de ‘curas para COVID fraudulentas’.

 

 

O CDC também solicitou ao Google (pág. 58 do documento) que modificasse seus resultados de pesquisa para promover melhor a nova página do CDC sobre vacinas.

 

 

Outro e-mail mostra o CDC fazendo edições diretamente na "Base de Conhecimento" do Google recomendando pessoas a se afastarem de medicamentos reposicionados para COVID-19 com mensagens de medo (pág. 216 do documento) do tipo que ‘as pessoas estariam sofrendo injúrias e mortes por medicamentos não aprovados para COVID’.

 

 

Um dos exemplos de suposta desinformação diz respeito a alegações de que a vacina Pfizer contra a COVID-19 poderia prejudicar espermatozoides ou potencialmente induzir infertilidade. Embora esse tipo de alegação tenha sido alvo de destaque negativo e contas em redes sociais tenham sido banidas por discuti-las, aqui consta apenas um de vários estudos recentes confirmando o que o governo dos EUA classificava como desinformação. 

 

Os e-mails evidenciam que empresas privadas como as Big Techs mantinham relação extensa e contínua com o governo dos EUA, colaborando estreitamente para identificar e silenciar opiniões e informações factuais que não se alinhavam à narrativa em favor das vacinas. Governo e Big Techs trabalharam para ocultar do público dados específicos científicos e factuais que poderiam espalhar ceticismo em relação às narrativas em favor de vacinas e contra tratamentos alternativos para COVID-19.

 

Por exemplo, um e-mail enviado por Carol Crawford em 10 de maio de 2021 (pág. 7 do documento) afirma: 

"queríamos apontar duas questões sobre as quais estamos vendo muita desinformação: a disseminação viral pós-vacinação (shedding) e os microchips".

 

O e-mail apresenta uma tabela que visa destacar exemplos de desinformação.

 

 

Na tabela constam tweets que informam sobre pessoas ficando magnetizadas após a vacinação, a conspiração de entidades globalistas pelo despovoamento global, o derramamento de mRNA (shedding) via respiração, a integração do mRNA das vacinas ao DNA humano, e milhões de relatos de eventos adversos reportados ao VAERS.

 

Todas essas alegações encontram fundamentação científica e várias delas passaram a ser reconhecidas até mesmo pela grande mídia corporativa. O próprio Bill Gates, maior financiador da OMS e fundador da GAVI (Aliança das Vacinas) declarou o objetivo de reduzir a população global a 15% através de um bom trabalho com programas de vacinação, enquanto um clube de bilionários neomalthusianos se reúnem em tentativa de conter a superpopulação. Na esteira de entidades eugênicas por trás da indústria farmacêutica, já ficou comprovado que o mRNA de vacinas da COVID integram ao DNA do fígado humano em 6hs. Um panorama completo da literatura científica de última geração sobre a suscetibilidade do nosso DNA à adulteração por essas terapias genéticas pode ser contemplado no vídeo ‘Contramão’. Ao fim da página 67, o protocolo clínico da vacina Pfizer prevê exposição de não vacinados à contaminação por inalação ou contato com a pele numa dinâmica denominada “shedding” (derramamento), bem como a possibilidade de eventos adversos graves. Para quem esteja interessado na possibilidade de chips humanos e eletromagnetismo induzido por vacinas, recomendo que assista à minha palestra sobre elementos estranhos gratuitamente no site Orion Media Center (LINK). Para um panorama rápido sobre relatos de eventos adversos, acesse o VAERS que corresponde ao sistema de informe de eventos adversos dos EUA.

 

 

Outra história documentada de conluio

Em julho de 2021, a Judicial Watch anunciou o recebimento de 2.469 páginas de documentos do CDC referentes à coordenação entre o Facebook e o CDC sobre a narrativa da COVID e a "desinformação".

 

Os documentos foram obtidos em resposta a uma ação judicial também baseada na Lei de Liberdade de Informação (FOIA), movida pela Judicial Watch contra o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA. A Judicial Watch buscava especificamente "todos e quaisquer registros de comunicação entre autoridades e/ou funcionários do CDC e funcionários, agentes e/ou representantes do Google, Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn e YouTube referentes, concernentes ou relacionados a conteúdo sobre a COVID-19 nas plataformas dessas empresas".

 

Tais documentos também revelam um conluio entre o CDC e as Big Techs similar aos e-mails divulgados pela AFL, incluindo comunicações regulares entre as empresas de tecnologia e o governo dos EUA sobre mensagens aceitáveis, alegações de desinformação e instruções sobre qual conteúdo promover e qual restringir.

 

 

Conclusão

Esses documentos expõem ao mundo um modelo de censura que vai muito além das fronteiras dos EUA, uma vez que as Big Techs possuem alcance global. Não só norte-americanos, mas os brasileiros e cidadãos de todos os países ao redor do mundo foram vítimas da censura exercida através das Big Techs por agências de saúde norte-americanas e com a conivência e cooperação de governos mundo afora. E essa é apenas uma ponta do iceberg. Com o desenrolar dos conteúdos em nosso site, o leitor terá a noção de que as Big Techs são ferramentas Propagandistas de Políticas e as agências de saúde pública são Aplicadores de Políticas, havendo ainda toda uma hierarquia superior de Distribuidores de Políticas e Formuladores de Políticas globais operando em prol de cartéis da

governança global.

 

Grandes empresas de tecnologia possuem um longo histórico de parceria com o governo e a comunidade de inteligência dos EUA desde a sua criação, servindo aos interesses do Estado Profundo. De tal modo que nem os EUA são uma democracia representativa ou uma república constitucional na acepção da palavra, mas sim uma corporatocracia oligárquica e autoritária. As Big Techs nunca foram entidades privadas verdadeiramente independentes de influência governamental. Neste caso específico, os Estados Unidos tornaram-se o cenário de uma coordenação aberta — envolvendo governo e corporações — para suprimir opiniões e informações impopulares globalmente destruindo a privacidade, a liberdade de expressão e finalmente, a autonomia corporal que é a última barreira para a precipitação de todas as liberdades individuais. E o cenário mais preocupante é que a complacência com esta quebra de barreira foi testada com sucesso na maior parte da população global.

RECEBA GRATUITAMENTE TÓPICOS ESPECIAIS DA ORION MEDIA CENTER:

SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS:

Celular

Telegram.png

PC

Telegram PC.png
YouTube Logo.png

Orion Media Center

Comentários
Compartilhe sua opiniãoSeja o primeiro a escrever um comentário.
bottom of page